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EAC states’ reluctance to open borders hurts regional trade
Some countries are still erecting non-tariff trade barriers at official borders.
For Ethiopia, EAC is a shelter from the unknown
Egypt has actively been opposing Ethiopia’s giant Renaissance Dam.
King'atua rejoins Bandari, Tusker complete Asembeka swoop
Sofapaka have roped in Burundian international defender Moussa Omar.
Congo: Ex-rebeldes iniciam negociações no quadro da crise na região de Pool
Brazzaville - Um grupo dos ex-combatentes "ninjas nsiloulou" do Pastor Ntumi, o ex-líder rebelde no Congo, encontra-se desde domingo em Brazzaville para participar nos trabalhos da comissão ad hoc para a implementação do acordo de cessar-fogo e de cessação das hostilidades, noticiou esta segunda-feira a rádio pública congolesa.,

"Saídos das florestas sem hesitação, estes ex-combatentes seleccionados por Ntumi assistiram a uma cerimónia em Mayama (sul), que visava tranquilizá-los antes da sua partida para Brazzaville onde eles participarão nos trabalhos da comissão ad hoc. Este novo passo na resolução da crise de Pool (conturbada região no sul do país) confirma o compromisso do Governo de pôr termo a esta situação por meios pacíficos”, segundo a mesma fonte.

O representante do pastor Ntumi, Jean Gustave Ntondo, declarou que já não existem obstáculos ao regresso definitivo da paz à região de Pool.

"Quer do lado da Força Pública quer do lado dos ex-combatentes, não é oportunidade para fazer ajustes de contas. É a livre circulação de pessoas e de bens", disse Ane Philippe Biby, um outro representante do Pastor Ntumi.

A comissão ad hoc tem por missões, entre outras, velar pela continuação do processo de paz e pela aplicação estrita do acordo de cessar-fogo e de cessação das hostilidades assinado a 23 de Dezembro último entre o Governo e representantes do Pastor Ntumi, em Kinkala, na periferia de Pool.

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Togo: Mulheres togolesas manifestam-se para reclamar por reformas no país
Lomé - Uma marcha de protesto das mulheres togolesas terá lugar sábado próximo, em Lomé, para reclamar por reformas das instituições e pelo regresso à Constituição de 1992, soube a PANA de fontes próximas da oposição.,

Nesta marcha, as mulheres querem mostrar ao governo no poder que “elas estão fartas da situação política actual”, declarou Brigitte Johnson-Adamagbo, presidente da coligação de 14 partidos da oposição, encarregue desta manifestação.

Segundo a organização, as participantes vão mostrar a sua determinação para a mudança no Togo, “por serem as vítimas colaterais dos conflitos e assumir as suas responsabilidades exteriorizando as suas preocupações face às maquinações do poder”.

Contrariamente às marchas da oposição que terminam na praia, as mulheres escolheram o bairro Tokoin, no noroeste da cidade capital, Lomé.

Em 1933, as mulheres togolesas desafiaram o regime colonial ao organizar uma marcha gigantesca tendo as suas reivindicações sido satisfeitas.

Porém, em 2005, elas foram reprimidas pelas forças da ordem quando tentaram repetir a experiência, denunciando a eleição de Faure Gnassingbé, como Presidente da República, em substituição do seu pai, Gnassingbé Eyadema.

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Gâmbia: Governo diz-se chocado por declarações de Presidente americano
Banjul - O Governo gambiano juntou-se ao resto do mundo para reagir contra os comentários do Presidente americano, Donald Trump, sobre os países africanos e outros, segundo um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros transmitido à PANA segunda-feira.,

Neste comunicado, o Governo gambiano declara estar chocado por tais declarações e julga inimaginável que um "Presidente de um país considerado por muitos como um dos países mais tolerantes e democráticos do mundo realize tais observações racistas".

Trump ter-se-ia interrogado por que os Estados Unidos desejariam ter imigrantes dos países "de merda", referindo-se a Haiti e às nações africanas.

"Uma tal observação desobediente compromete os valores fundamentais da tolerância e da democracia na América. O Governo da Gâmbia apelou por conseguinte ao Presidente Trump para retirar as suas observações e apresentar desculpas apropriadas ao continente africano e a Haiti", acrescenta o comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

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