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Puigdemont garante que pode presidir Catalunha da Bélgica
Barcelona - O líder separatista Carles Puigdemont defendeu, nesta sexta-feira (19), que pode governar a Catalunha estando na Bélgica e, assim, evitar ser detido caso volte para a Espanha.,

Ele é considerado foragido pela Justiça, acusado de sedição e rebelião, após a frustrada tentativa de independência.
               
"Não se pode fazer de presidente, se eu for presidiário (...) A única maneira é poder continuar fazendo isso em liberdade e com segurança", disse Puigdemont em entrevista à emissora Catalunya Radio.

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EUA: Ex-agente da CIA detido já tinha passado informações à China em 2009
Washington - Um antigo agente dos serviços secretos norte-americanos, detido na segunda-feira por alegados vínculos a Pequim, tinha sido despedido em 2009 de uma tabaqueira japonesa por suspeitas de passar informações para a China, foi hoje noticiado.,

De acordo com o jornal de Hong Kong, South China Morning Post, Jerry Chun Shing Lee começou a trabalhar na sede da Japan Tobacco International (JTI) em Hong Kong, em 2007, no mesmo ano em que deixou a CIA, como responsável das investigações contra contrabando e falsificações, mas foi despedido dois anos depois.

Um antigo executivo da JTI garantiu que um ano após Lee começar a trabalhar na empresa, as operações de que este tinha conhecimento falharam, devido à intervenção das autoridades chinesas, indicou o jornal.

"Ainda que não pudéssemos provar, suspeitávamos que ele passava os detalhes das nossas investigações (...) para as autoridades do continente [chinês]", afirmou o antigo executivo.

Lee, cidadão norte-americano naturalizado que reside em Hong Kong, começou a trabalhar para a CIA em 1994.

O antigo agente trabalhava presentemente nos serviços de segurança da leiloeira Christie's, em Hong Kong, mas foi despedido após ter sido detido esta semana nos Estados Unidos.

Lee foi detido à chegada ao aeroporto internacional John F. Kennedy, em Nova Iorque, por posse ilegal de informação classificada.

O homem detinha dois cadernos com nomes de agentes e informadores da CIA na China, assim como os pontos de encontro utilizados por estes.

Segundo a imprensa norte-americana, Lee é suspeito de estar relacionado com o desmantelamento de uma rede de informadores da CIA no país asiático.

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População chinesa atinge 1.390 milhões de habitantes em 2017
Pequim - A população da China, país onde vive cerca de 18 por cento da humanidade, aumentou 7,37 milhões, para 1.390 milhões de habitantes, em 2017, o segundo ano desde que a política do filho único foi abolida, noticiou a Lusa.,

Segundo os dados divulgados pelo Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE) chinês, o país asiático registou no ano passado 17,23 milhões de nascimentos, entre os quais 51 por cento foram segundos filhos.

Durante o mesmo período, o país registou 9,86 milhões de óbitos.

A proporção de segundos filhos aumentou 5 por cento em relação a 2016, ano em que foi abolida a política de "um casal, um filho", o rígido controlo da natalidade que durava desde 1980.

Pelas contas do Governo chinês, sem aquela política, a China teria actualmente 1.700 milhões de habitantes. A política foi anulada, entretanto, devido ao rápido envelhecimento demográfico.

Entre os bebés nascidos no ano passado, 51,17 por cento são rapazes e 48,83 por cento são raparigas.

A população em idade activa, entre os 16 e 59 anos, fixou-se, no final do ano passado, em 64,9 por cento do total.

O êxodo de pessoas do campo para a cidade manteve-se, em 2017, com a população urbana a aumentar em 20,49 milhões, e uma queda de 13,12 milhões entre os residentes rurais.

No final do ano passado, mais de 58 por cento dos chineses viviam em cidades, depois de em 2011 os residentes em áreas urbanas terem ultrapassado pela primeira vez na história do país os residentes rurais.

O número de pessoas empregadas fixou-se em 776,40 milhões, a maioria nas cidades.

O rendimento médio anual fixou-se em 25.974 yuan (3.310 euros), um aumento de 9 por cento em relação a 2016.

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EUA: Ex-líder republicano do Montana condenado a 18 anos de prisão
Montana, EUA - Um antigo líder da Câmara dos Representantes do Montana foi sentenciado a 18 anos de prisão, na quinta-feira, pelo seu papel central num grupo de tráfico de metanfetaminas naquele Estado e no do Wyoming, noticiou a Lusa.,

Michael Lange, um republicano que liderou a maioria na Câmara dos Representantes estadual na legislatura de 2007, esteve envolvido no tráfico de entre nove e 23 quilos de metanfetaminas, provenientes de uma fonte na Califórnia, durante um período de sete meses em 2016, segundo a acusação.

Lange declarou-se culpado em Setembro das acusações de conspiração e tráfico de droga.

Durante os seus três mandatos de dois anos na Câmara dos Representantes, Lange apoiou a concessão de quatro milhões de dólares (3,3 milhões de euros) a uma campanha anti-metanfetaminas, designada Montana Meth Project.

O antigo político foi retirado da sua posição de liderança depois de ter sido divulgada uma gravação vídeo em que insultava o governador de então, o democrata Brian Schweitzer.

Os procuradores adiantaram que Lange, de 57 anos, teve uma vida sem crimes até 2014, quando foi acusado de conduzir sob a influência de estupefacientes. Nesse mesmo ano, teve uma segunda situação similar, na Califórnia, mas acrescida de outra acusação, a de possuir mais de uma onça (28 gramas) de metanfetaminas para venda.

Foi então sentenciado a 16 meses de cadeia, segundo os registos judiciais.

Pouco depois da sua libertação, Lange começou a negociar quantidades muito maiores da droga, segundo os procuradores. Esta era vendida através de uma rede de 20 distribuidores no Montana e Wyoming, detalhou o vice-procurador John Sullivan.

Lange foi acusado em Fevereiro de 2017, depois de três alegados distribuidores o terem identificado como o seu fornecedor.

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Adolescente fere sete colegas com machado na Sibéria
Moscovo - Um adolescente atacou os colegas com um machado e um coquetel molotov numa escola na Sibéria, nesta sexta-feira (19), deixando pelo menos sete feridos - informaram as autoridades locais, poucos dias depois de outro caso que reavivou o debate sobre a segurança nos colégios russos.,

Em Ulan Ude, perto da fronteira com a Mongólia, um adolescente de 15 ou 16 anos "atacou alunos de 12-13 anos com um machado e, depois, ateou fogo na escola com uma garrafa cheia de líquido inflamável", anunciou o Comité de Investigações russo num comunicado, acrescentando que o rapaz foi detido.
               
O agressor feriu sete pessoas, e duas se encontram em estado grave, relatou o vice-presidente do governo regional, Viacheslav Tsibikjapov, citado pela agência russa de notícias Interfax.
               
Trata-se do segundo ataque esta semana numa escola russa.
               
Na segunda-feira (15), dois adolescentes atacaram colegas com facas numa escola de Perm, nos Urais, deixando 15 feridos. A dupla se esfaqueou na sequência.
               
A segurança nas escolas é um tema sensível na Rússia desde a tomada de reféns feita por um comando pró-checheno em 2004 num centro de Beslan, no Cáucaso. No episódio, 331 pessoas morreram, entre elas 186 crianças.

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Rohingyas protestam em Bangladesh contra programa de regresso a Mianmar
Cox's Bazar, Bangladesh - Centenas de refugiados rohingyas foram às ruas em Bangladesh, nesta sexta-feira (19), em protesto contra o programa previsto para seu regresso para Mianmar, país do qual fugiram em massa no ano passado.,

Cantando palavras de ordem e levando cartazes, os rohingyas pediram cidadania birmanesa, assim como garantias de segurança, antes de voltarem para o estado de Rakhain, no noroeste de Mianmar.
               
Mais de um milhão de muçulmanos rohingyas vivem, hoje, em gigantescos acampamentos de refugiados no sul de Bangladesh. Deles, cerca de 655 mil fugiram do país vizinho desde o final de Agosto para escapar de uma campanha militar considerada como "limpeza étnica" pelas Nações Unidas.
               
Bangladesh e Mianmar chegaram a um acordo sobre um programa para permitir o regresso, em até dois anos, dos rohingyas que chegaram a Bangladesh desde Outubro de 2016. O cálculo é que sejam pelo menos 750 mil pessoas.
               
O processo pode começar na semana que vem.
               
Maior minoria apátrida do mundo desde que perderam o direito à nacionalidade birmanesa em 1982 durante o regime militar, os rohingyas são vítimas de discriminação no território.
               
Não têm documentos de identidade e não podem viajar, ou se casar sem autorização. Não têm acesso ao mercado de trabalho, ou a serviços públicos, como escolas e hospitais.

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Venezuela: Sanções da UE são "erro lamentável
Bruxelas - O governo da Venezuela classificou como um "erro lamentável" a decisão da União Europeia (UE) de aprovar sanções contra funcionários do presidente Nicolás Maduro.,

"Que erro lamentável a União Europeia está cometendo!", declarou o chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, na quinta-feira (19), afirmando que o bloco age como "subsidiário dos interesses" dos Estados Unidos.
               
Arreaza vinculou a decisão a uma visita do subsecretário de Estado para Assuntos Políticos dos Estados Unidos, Thomas Shannon, feita ao chefe de governo espanhol, o conservador Mariano Rajoy, em Madri.
               
Shannon "deu instruções e ordens imperialistas para que começassem um processo" para impor sanções "por parte da União Europeia", manifestou o chanceler.
               
Desde o ano passado, Washington estabeleceu sanções contra Maduro e contra vários de seus funcionários, além de proibir os seus cidadãos de negociarem dívida emitida pelo governo venezuelano e por sua estatal petroleira, a PDVSA.
               
Quinta-feira, os representantes dos países da UE em Bruxelas deram sinal verde para a imposição de sanções contra "dirigentes da repressão e da situação política na Venezuela".
               
"Os embaixadores acordaram novas listas para impor medidas restritivas visto a situação na Venezuela", indicou a fonte consultada pela AFP.
               
Na véspera, diferentes fontes diplomáticas já haviam dito à AFP que estas sanções individuais afectariam "sete pessoas".
               
Entre elas está Diosdado Cabello, número dois do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV, da situação) e deputado influente da Assembleia Nacional Constituinte, assim como o ministro do Interior, general Néstor Reverol, indicou à AFP uma fonte diplomática.
               
Estas sanções, que incluem o congelamento de activos e a proibição de viajar ao bloco, devem ser adoptadas formalmente na semana que vem, "provavelmente" durante a reunião de chanceleres europeus na segunda-feira, segundo outra fonte diplomática. Na sequência, anunciaram os nomes dos afectados.               
               
A decisão chega em meio a uma nova rodada, na República Dominicana, de conversas para buscar saídas para crise política e socioeconómica venezuelana.
               
O objectivo das sanções é "apoiar o processo de diálogo" em curso entre governo e oposição no vizinho caribenho, indicou uma terceira fonte diplomática europeia consultada pela AFP, destacando a "percepção, que se confirmou nos últimos dias, de que se deve continuar pressionando".
               
Arreaza ironizou a justificativa europeia, após a decisão dos delegados da oposição de se ausentarem de um encontro com representantes de Maduro previsto para quinta-feira, em Santo Domingo.
               
"Dizem no mundo que eles sancionam o governo venezuelano para que haja diálogo (...) Será que não é Julio Borges [o principal negociador da oposição] que tem de sofrer sanções, não?", questionou.
               
A morte esta semana do ex-policial Óscar Pérez durante uma operação policial coloca as negociações em suspenso, depois que um funcionário de alto escalão insinuou que delegados opositores em Santo Domingo delataram o piloto rebelde.
               
Preocupada com a "deterioração" da democracia e dos direitos humanos no país, a UE já adoptou em Novembro uma série de medidas. Entre elas, está um embargo de armas e de material que poderia ser usado para "repressão interna".
               
Os europeus decidiram não impor sanções individuais contra "responsáveis por graves violações de direitos humanos" e aqueles cujas ações "atentem de alguma maneira contra a democracia ou o Estado de direito na Venezuela", à espera da evolução dos acontecimentos.
               
A porta-voz da diplomacia europeia Catherine Ray recordou quinta-feira que a decisão de Novembro estabelecia que tomariam atitudes "à luz dos desenvolvimentos no terreno" e reiterou o apoio "aos esforços em curso para uma solução negociada à crise".
               
Além de Reverol, outras autoridades das forças de segurança fazem parte da primeira lista de sanções individuais da UE na Venezuela, como o chefe do serviço de Inteligência, Gustavo González, e o ex-comandante da Guarda Nacional Bolivariana Antonio Benavides.    
               
Segundo a fonte diplomática, a lista se completa com o presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Tibisay Lucena; com o presidente do Tribunal Supremo, Maikel Moreno; e com Tarek William Saab, que substituiu Luisa Ortega como procurador-geral.

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EUA: Exame de sangue para câncer encontra oito tipos de tumores, diz estudo
Miami - Um novo exame de sangue para o câncer se mostrou promissor para detectar oito tipos diferentes de tumores antes de que eles se espalhem para outras partes do corpo, oferecendo esperança de detecção precoce, disseram pesquisadores nesta quinta-feira.,

Mais estudos são necessários antes de que o teste, chamado CancerSEEK, possa se tornar amplamente disponível por um custo projectado de cerca de 500 dólares americanos, disse o estudo publicado na revista científica americana Science.

O estudo, segundo a AFP, é liderado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, e envolveu mil e cinco pacientes cujos cânceres - já pré-diagnosticados com base nos seus sintomas - foram detectados com uma taxa de precisão de cerca de 70 por cento no total.

Os cânceres foram detectados nos ovários, fígado, estômago, pâncreas, esófago, cólon ou recto, pulmão e mama.

Para cinco desses tipos de câncer - ovário, fígado, estômago, pâncreas e esófago - não há exames de rastreio disponíveis para pessoas de risco médio.

O exame foi capaz de detectar esses cinco tipos com uma faixa de sensibilidade de 69 por cento a 98 por cento.
Em 83 por cento dos casos, o exame foi capaz de delimitar onde o câncer estava anatomicamente localizado.

O teste é não invasivo e baseado na análise combinada de mutações de DNA em 16 genes de câncer, bem como dos níveis de 10 biomarcadores de proteínas circulantes.

"O objectivo final do CancerSEEK é detectar o câncer ainda antes - antes de que a doença seja sintomática", afirmou o estudo.

Especialistas de fora do estudo disseram que é necessário que haja mais pesquisas para descobrir a verdadeira precisão do teste e se este seria capaz de detectar cânceres antes do aparecimento de sintomas.

“Isso parece promissor, mas com várias ressalvas, e uma quantidade significativa de pesquisa adicional é necessária", disse Mangesh Thorat, vice-director da Unidade de Ensaios Clínicos Barts da Universidade Queen Mary de Londres.

"A sensibilidade do teste no câncer de estágio I é bastante baixa, cerca de 40 por cento, e mesmo nos estágios I e II combinados parece ser em torno de 60 por cento. Portanto, o exame ainda vai deixar escapar uma grande proporção de cânceres no estágio em que nós queremos diagnosticá-los".

Nicholas Turner, professor de oncologia molecular no Institute of Cancer Research, em Londres, apontou que a taxa de falso positivo de 1 por cento do teste pode parecer baixa, mas "poderia ser uma preocupação significativa para o rastreamento da população. Poderia haver muitas pessoas que são informadas que têm câncer que talvez não tenham".

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Tempestade provoca nove mortes na Europa
Berlim - A violenta tempestade Friederike já provocou nove mortos na Europa, dos quais seis na Alemanha, onde o principal tráfego ferroviário foi hoje totalmente suspenso pela companhia Deutsche Bahn, noticiou a AFP.,

A última vez que a Deutsche Bahn tomou uma decisão destas foi em 2007, quando uma outra tempestade, designada Kyrill, se abateu sobre o país.

Depois de ter paralisado o tráfico ferroviário na parte ocidental da primeira economia europeia, a tempestade dirigiu-se para o leste, com ventos superiores a 130 quilómetros por hora, especificaram os serviços meteorológicos.

O tecto de uma escola, onde ainda estavam crianças, foi arrancado por uma rajada de vento, no Estado da Turíngia, no leste do país, mas não provocou feridos.

No maciço montanhoso do Harz, no centro da Alemanha, as rajadas atingiram os 203 quilómetros por hora, o que nunca se tinha visto no país.

Antes, esta tempestade, proveniente do Mar do Norte, provocara numerosas perturbações nos Países Baixos, onde só hoje à noite alguns comboios retomaram o serviço, e na Bélgica.

A circulação dos comboios de alta velocidade Thalys, que liga França, Bélgica, Países Baixos e Alemanha, foi interrompida na parte seguinte a Bruxelas.

A tempestade também impediu os aviões de levantarem voo no aeroporto Amesterdão -Schiphol, durante a manhã. No total foram anulados 2330 voos. Vários voos também foram anulados nos aeroportos alemães de Dusseldorf, no oeste, e Munique, no sul.

Na Alemanha, morreram seis pessoas, entre as quais dois bombeiros, em acidentes provocados pelo mau tempo.

Um homem de 59 anos foi morto pela queda de uma árvore em Emmerich-Elten, no Estado da Renânia do Norte - Vestefália e um condutor de um veículo pesado morreu, resultado de um acidente rodoviário, informou a polícia estadual.

Neste mesmo Estado, um bombeiro morreu durante uma intervenção e um outro também faleceu na Turíngia.

Em Brandeburgo, perto de Cottbus, 120 quilómetros a sul de Berlim, um condutor de um camião, surpreendido por uma rajada, morreu na estrada e uma automobilista, de 61 anos, faleceu depois de ter perdido o controlo do veículo e embater num veículo pesado, no Estado de Mecklembourg - Pomerânia, no leste.

Nos Países Baixos, dois homens de 62 anos cada um foram mortos por quedas de árvores, em Zwolle, no nordeste, e Enschede, no leste. Uma automobilista na Bélgica morreu por uma árvore ter caído em cima da sua viatura, na zona sul de Bruxelas.

A circulação rodoviária também esteve perturbada, em particular nos Países Baixos, onde 66 camiões foram virados pelas rajadas de vento - um recorde desde 1990 -, provocando engarrafamentos monstros, segundo a agência da circulação rodoviária.

Na Alemanha, as provas de qualificação que conta para o campeonato do mundo de salto de esqui, em Oberstdorf, no sul, tiveram de ser anuladas.

Numerosos passageiros bloqueados nas gares alemãs "vão receber títulos para o hotel ou podem passar a noite nos comboios", adiantou um porta-voz da Deutsche Bahn, Achim Strauss.

"Temos de proteger os nossos viajantes e o nosso pessoal", acrescentou, na cadeia de informação NTV, sem conseguir prever quando é que o serviço regressa à normalidade.

Em França, a tempestade também fez estragos, com cerca de três mil clientes privados de eletricidade no norte do país, onde o alerta para ventos violentos foi levantado durante a manhã.

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Haitianos protestam contra palavras de Trump
Port-au-Prince, Haiti - Pelos menos uma centena de haitianos protestaram hoje junto à Embaixada dos Estados Unidos em Port-au-Prince, zangados com as recentes declarações depreciativas do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre o seu país, noticiou a Lusa.,

Os manifestantes juntaram-se junto aos portões da embaixada cantando 'slogans' e exibindo cartazes a denunciar comentários sobre o Haiti e procedimentos para cancelar um programa para dar estatuto temporário para milhares de haitianos nos Estados Unidos.

Os protestantes criticaram os comentários do presidente norte-americano, que na última semana depreciou os países africanos e perguntou porque haveriam os Estados Unidos de querer mais haitianos no país.

Os protestos foram pacíficos e acabaram sem incidentes, mas outra manifestação já foi marcada para a próxima semana.

O Governo do Haiti disse estar chocado com os comentários do presidente norte-americano.

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